Em tempos muito, muito remotos, cada som tinha o seu sentido e significado. Assim, quando o martelo do ferreiro batia na bigorna, dizia: - Bate, bate, bate! E a plaina do carpinteiro, roçagando a madeira, dizia: - Maravalhas, maravalhas, maravalhas! Quando a roda do moinho começava a bater na água, chiava assim: - Socorro, Jesus! socorro, Jesus! E se o moleiro era sonegador, quando punha em movimento a roda do moinho, esta, em alemão clássico, falava pausadamente: ...
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